6 de abril de 2025

Júlio Campos teme que briga acirrada ente Botelho e Max Russi pela presidência deixe “sequelas” na AL

O deputado eleito Júlio José de Campos (União Brasil), disse à imprensa nesta segunda-feira (23), durante visita à Assembleia Legislativa, que o melhor caminho para a eleição da nova Mesa Diretora, que acontece em 1º de fevereiro, é a consolidação de uma chapa única entre os deputados Eduardo Botelho (União Brasil) e Max Russi (PSB). Júlio entende que no caso de disputa, além de acirrada, pode deixar “sequelas e ressentimentos”. Mas se houver disputa, Júlio Campos disse que será no voto, e neste caso, “ganha aquele que tiver mais votos”.

“São dois nomes fortes, dois nomes conceituados, preparados e à altura de ocuparem a presidência da Casa, agora, o meu pensamento é o seguinte, se não tiver chance de ter o consenso, que eu defendo, o ideal era não ter essa disputa. Vai ser uma disputa acirrada, vai deixar sequelas, ressentimentos e pode até haver uma desunião na Casa de Leis”.

“Se fosse uma chapa única, seria melhor, mas senão, vamos para o voto, e se houver voto, ganha aquele que tiver mais votos. Com certeza, sou do União Brasil, o candidato oficial do União é o deputado Eduardo Botelho, já está decidido que ele pode ser candidato. Então, se ele for, meu voto vai ser para o Botelho. Eu gosto do Max, tenho admiração por ele, acho que ele é um garoto de futuro da política mato-grossense. Jovem valoroso, mas entre o meu partido e o PSB, tenho que ficar com o meu partido”, disse.

Júlio Campos descartou ocupar cargos na mesa para a próxima legislatura. “Nessa mesa é mais para as pessoas que estão na casa, eu liberei, estou chegando agora, tenho que aprender a andar. Mesa Diretora ainda é para os que estão aqui, por enquanto não, vou fazer uma boa atuação no plenário e nas comissões técnicas”.

O deputado eleito destacou a importância do governador Mauro Mendes (União Brasil), para a eleição da Mesa Diretora. “O governador é vital para a eleição da mesa, sempre foi e será, ate porque os interesses do Governo do Estado passam muito por esta casa. O presidente não sendo aliado pode atrapalhar e muito o governo. Ele já disse que não vai interferir porque os dois candidatos são aliados dele no governo. Acredito que o governador vai ficar ausente de qualquer movimentação político-partidária em torno da Mesa Diretora da Assembleia”.

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